sábado, 9 de junho de 2018
Recording
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Interludium
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Miradouro
sábado, 19 de maio de 2012
Eu Humano
Será por isso que minha barriga parece sempre estar vazia
com um sentimento de culpa perturbador de quem comeu o que não era seu?domingo, 29 de janeiro de 2012
Sinapse II
domingo, 1 de janeiro de 2012
Sobre Verbos Inevitáveis
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Accipe quod tuum alterique da suum
Sinto um forte gosto de terra e sangue, ergo os olhos vejo o céu claro, sem nuvens; viro a cabeça sentido uma forte e anormal dor na nuca; noto que ela está sobre o asfalto enquanto meu corpo repousa sobre a perfurante areia do acostamento.sexta-feira, 1 de julho de 2011
Sem Sombra, Sem Dúvida
terça-feira, 31 de maio de 2011
Quando rejeitar é sinônimo de aceitar
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Slow motion

Haverá sentido para quem sozinho caminha no nada?
Estranho como toneladas de entulho amontoados – restos de uma antiga civilização – podem fazer pouco e muito sentido no mesmo instante.
Eu, como mero pesquisador, contemplo tudo isso como quem sai de um velório do amigo de um amigo meu.
Termino de colher meus dados e tomo meu transporte acompanhado apenas por meus intrigantes pensamentos: “como seres com tanto potencial se extinguiram antes mesmo de sua estrela se tornar vermelha?”
“Deixaram de descobrir a maior de todas as maravilhas dos universos.”
“Perderam as forças antes mesmo de saberem tudo sobre o que vem depois d...”
Uma música alegre saúda o dia, tentando em vão me fazer esquecer minha passagem pelo universo onírico.
Sendo assim, é hora de acordar.
Tomo minha dose diária de nutrientes compactados e observo a morte que avança silenciosa depois da sombra do parapeito de minha janela.
Ao longe a visão de uma intrigante coluna de 5 metros que mais parece um contador apocalíptico sustentando em seu ápice um visor digital:
Winnipeg, 6:30 a.m., 59°C.






